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Consultório

Ortopedia e Traumatologia, Cirurgia do Pé e Tornozelo, Medicina Esportiva. Tratamento e prevenção das lesões ortopédicas do joelho, tornozelo e pé.

Entorse do Tornozelo

“Torci o tornozelo e agora o que eu faço?”

A torção, ou entorse do tornozelo, é uma das mais freqüentes lesões ortopédicas. Pode acontecer durante a prática de esportes ou atividades corriqueiras como caminhar ou descer uma escada. O fato é que muitas pessoas já viveram esta experiência,sofrendo torções que podem ser leves e sem maiores repercussões ou lesões graves que necessitem de tratamento médico.

O que fazer então quando torcemos o tornozelo ou o pé?

Imediatamente apos a torção deve-se aplicar gelo sobre o local doloroso (pode ser num saco plástico, envolvido em uma toalha ou num recipiente com água e gelo) por período de 20 minutos e manter o tornozelo e pé elevados. Nas lesões onde a dor é intensa, o inchaço local é imediato e o “pisar”no chão passa a ser impossível, a avaliação de um ortopedista se torna indispensável.

A maioria dos entorses serão tratados com imobilizações (que podem variar do gesso às órteses e tornozeleiras esportivas) por um período de 7 a 10 dias e a seguir, para que haja uma recuperação completa e sem seqüelas, o paciente é encaminhado para um programa de reabilitação fisioterápica.

É preciso realizar algum exame?

Nos entorses leves muitas vezes não. Entretanto, nos casos mais graves, as radiografias do pé e tornozelo são indispensáveis para que se possa afastar ou confirmar a hipótese de uma possível fratura. Após o período incial de imobilização,  o paciente deverá ser reavaliado e, caso haja suspeita de uma lesão ligamentar grave ou outras lesões associadas (rupturas de tendões, fraturas osteocondrais, etc), uma Ressonância Magnética deve ser solicitada.

Ruptura dos Ligamentos do Tornozelo

Vale ressaltar que, mesmo na presença de rupturas dos ligamentos do tornozelo (com exceção feita às rupturas graves dos ligamentos da sindesmose tíbio-fibular distal), a tentativa de tratamento não cirúrgico, por meio de reabilitação fisioterápica, é o que recomenda a maioria dos estudos clínicos realizados até o momento. Na falha do tratamento conservador (não cirúrgico) ou na presença de outras lesões graves associadas, o tratamento cirúrgico passa a ser indicado. O tratamento cirúrgico também está indicado nos casos em que haja instabilidade crônica , ou seja, àqueles que sofram torções com muita frequência (entorses de repetição), pois esta instabilidade pode causar sequelas irreversíveis a longo prazo.

Na dúvida, consulte um ortopedista especialista em Cirurgia do Pé e Tornozelo e solicite maiores orientações.