Arquivar 29 de julho, 2026

PRP na Ortopedia: A Liberação pela ANVISA e o Futuro do Tratamento de Lesões

PRP NA ORTOPEDIA: A LIBERAÇÃO PELA ANVISA E O FUTURO DO TRATAMENTO DE LESÕES

Análise técnica sobre a regulamentação do Plasma Rico em Plaquetas e seus benefícios clínicos

29 de julho de 2026


1. Introdução e Contexto Regulatório

O cenário da medicina regenerativa no Brasil alcançou um marco histórico neste mês de julho de 2026. Após anos de debates técnicos e estudos clínicos, o Conselho Federal de Medicina (CFM) publicou a Resolução nº 2.464/2026, que oficializa e regulamenta o uso do Plasma Rico em Plaquetas (PRP) como procedimento médico adjuvante em território nacional. Esta decisão, alinhada às diretrizes de segurança da ANVISA, encerra um período de incertezas e abre as portas para que pacientes com lesões ortopédicas tenham acesso a um tratamento regenerativo de ponta, com respaldo ético e científico.

2. O que é PRP e como funciona?

O Plasma Rico em Plaquetas (PRP) é um concentrado autólogo de proteínas plasmáticas derivado do sangue do próprio paciente. O processo consiste na coleta de uma pequena amostra sanguínea, que é submetida a uma centrifugação controlada para separar e concentrar as plaquetas em um volume reduzido de plasma.

As plaquetas são fundamentais não apenas para a coagulação, mas também por serem reservatórios naturais de fatores de crescimento, como o PDGF, TGF-β e VEGF. Quando injetado no local da lesão, o PRP libera essas substâncias que estimulam a proliferação celular, a angiogênese (formação de novos vasos sanguíneos) e a síntese de colágeno, acelerando drasticamente o processo de cicatrização de tecidos que, naturalmente, possuem baixo potencial de regeneração.

3. Aplicações comprovadas em lesões ortopédicas

A aplicação do PRP ortopedia tem demonstrado resultados superiores em diversas patologias musculoesqueléticas. A literatura médica atual aponta eficácia robusta nas seguintes condições:

  • Osteoartrite de joelho e quadril: Redução da dor inflamatória e melhora da viscosidade sinovial.
  • Tendinopatias crônicas: Especialmente no manguito rotador (ombro), tendão de Aquiles e patelar.
  • Epicondilite lateral: Popularmente conhecida como “cotovelo de tenista”.
  • Fascite plantar: Tratamento de dores crônicas no calcanhar resistentes a métodos convencionais.
  • Lesões musculares agudas: Redução do tempo de recuperação em atletas e pacientes ativos.
  • Lesões ligamentares: Auxílio na estabilização e cicatrização de ligamentos rompidos parcialmente.

4. A regulamentação ANVISA: o que muda?

A ANVISA PRP estabeleceu critérios rigorosos através da Nota Técnica nº 29/2024, que serve como base para a prática segura em 2026. A principal mudança reside na padronização do preparo. Não se trata mais de um procedimento artesanal, mas de um processo que exige:

  1. Sistemas Fechados: O processamento deve ocorrer em kits específicos que impeçam o contato do sangue com o ambiente externo, mitigando riscos de contaminação.
  2. Rastreabilidade: Cada aplicação deve ser devidamente documentada, garantindo que o material biológico seja utilizado exclusivamente no próprio doador.
  3. Habilitação Profissional: Apenas médicos treinados e em ambientes que cumpram as normas de vigilância sanitária podem realizar a aplicação.
  4. Qualidade do Concentrado: Definição de parâmetros mínimos de concentração plaquetária para que o efeito terapêutico seja atingido.

5. Por que o PRP é uma revolução na ortopedia?

A consolidação do plasma rico em plaquetas como ferramenta terapêutica transforma a abordagem clínica por cinco motivos principais:

  • Segurança Biológica: Por ser um produto autólogo (do próprio paciente), o risco de reações alérgicas ou rejeição é virtualmente nulo.
  • Procedimento Minimamente Invasivo: Realizado em ambiente ambulatorial, muitas vezes guiado por ultrassom, sem necessidade de internação hospitalar.
  • Redução do Uso de Corticoides: Oferece uma alternativa superior às infiltrações de corticoides, que podem fragilizar tendões a longo prazo.
  • Custo-Benefício: Diminui a necessidade de intervenções cirúrgicas complexas e reduz o tempo de afastamento laboral.
  • Estímulo à Cura Real: Diferente de analgésicos que apenas mascaram a dor, o PRP atua na biologia da lesão, promovendo a reparação tecidual.

6. Próximos passos para pacientes

Pacientes que buscam o tratamento devem procurar um ortopedista especializado. É fundamental uma avaliação criteriosa para determinar se a lesão possui indicação para o PRP. Com a regulamentação de julho de 2026, o acesso tornou-se mais seguro, permitindo que o plano de tratamento seja conduzido dentro dos mais altos padrões éticos e sanitários exigidos pelas autoridades brasileiras.

7. Fontes e links para aprofundamento

https://oglobo.globo.com/google/amp/saude/noticia/2026/07/15/cfm-libera-uso-de-plasma-rico-em-plaquetas-para-tratamento-de-condicoes-especificas-entenda-e-saiba-quais.ghtml

Ruptura do Tendão de Aquiles: Causas, Sintomas e Tratamento

A ruptura do tendão de Aquiles é uma lesão que assusta — e com razão. O tendão de Aquiles é a estrutura que liga a musculatura da panturrilha ao osso do calcanhar. É o tendão mais forte do corpo humano e o grande responsável pela força de propulsão que usamos para caminhar e correr.

A boa notícia é que, com o tratamento adequado, a grande maioria dos pacientes recupera a função do membro e volta às suas atividades, inclusive esportivas.

Neste artigo, você vai entender o que causa a ruptura, como identificar os sintomas, quais as opções de tratamento e o tempo esperado de recuperação.

O que é o Tendão de Aquiles?

O tendão de Aquiles pode sofrer com problemas que vão desde as tendinites e tendinopatias — processos inflamatórios e degenerativos — até as rupturas completas. A ruptura ocorre quando a musculatura da panturrilha exerce uma tração elevada e súbita sobre o tendão, como nos movimentos de arranque ou saltos.

Em pacientes mais velhos, a ruptura pode ocorrer com traumas de menor energia, como uma força exagerada ao empurrar um objeto pesado.

Principais causas

A ruptura do tendão de Aquiles é mais frequente em:

  • Atletas amadores, especialmente os que praticam o famoso “futebol do final de semana”
  • Esportes com movimentos de arranque, corrida e salto
  • Pacientes com tendinopatia de Aquiles prévia (tendão já fragilizado)
  • Uso de medicações como corticoides e algumas classes de antibióticos (fluoroquinolonas)
  • Pacientes acima de 40 anos, com menor elasticidade tendínea

Síndrome da Pedrada: como identificar a lesão

A ruptura do tendão de Aquiles é também conhecida como “síndrome da pedrada”. O nome descreve exatamente a sensação: no momento em que a pessoa inicia uma arrancada rápida para a corrida, sente um tranco na parte de trás da perna ou tornozelo, como se tivesse recebido uma pancada ou pedrada no local.

Os sintomas imediatos incluem:

  • Dor intensa na região posterior do tornozelo
  • Sensação de “estalo” ou “tranco” no momento da lesão
  • Incapacidade parcial ou total de apoiar o pé no chão
  • Dificuldade ou impossibilidade de ficar na ponta dos pés
  • Inchaço e hematoma na região

Atenção: se você suspeita de uma ruptura do tendão de Aquiles, procure atendimento médico com urgência. O diagnóstico precoce é fundamental para o sucesso do tratamento.

Diagnóstico

O diagnóstico é feito pelo ortopedista especialista em pé e tornozelo por meio do exame clínico. O médico irá palpar a região do tendão e realizar manobras específicas, como o teste de Thompson (apertar a panturrilha e observar se o pé se movimenta).

Exames de imagem como a Ultrassonografia e a Ressonância Magnética podem ser solicitados para confirmar o diagnóstico e avaliar a extensão da lesão.

Tratamento: cirúrgico ou não cirúrgico?

O tratamento ideal deve ser individualizado, levando em conta a idade do paciente, seu nível de atividade física e a presença de doenças associadas.

Tratamento não cirúrgico

Reservado para pacientes mais idosos e com menor demanda física. Consiste em:

  • Imobilização por aproximadamente 2 meses
  • Programa de reabilitação fisioterápica intenso
  • Uso de bota ortopédica com ajuste gradual do ângulo do pé

É importante saber que os tendões tratados de forma não cirúrgica tendem a cicatrizar ligeiramente alongados, o que pode causar perda de força na perna e prejudicar o caminhar e a performance esportiva.

Tratamento cirúrgico

Indicado principalmente para pacientes jovens e atletas. A cirurgia é capaz de restabelecer por completo a anatomia e função do tendão, sem déficit de força.

A recuperação pós-operatória inclui:

  • Imobilização por 4 a 6 semanas
  • Fisioterapia motora para recuperar força, equilíbrio e resistência
  • Apoio precoce do pé para caminhar (protegido pela imobilização) — estudos mostram que isso promove cicatrização de melhor qualidade das fibras do tendão
  • Retorno à corrida entre 4 e 6 meses após a cirurgia
  • A partir do 3º mês, o paciente já pode praticar caminhada, bicicleta e musculação

Tempo de recuperação

AtividadePrazo estimado
Caminhar com imobilizaçãoImediato (com proteção)
Retirar imobilização4 a 6 semanas
Caminhada, bicicleta, musculaçãoA partir de 3 meses
Retorno à corrida4 a 6 meses
Retorno a esportes de alto impacto6 a 9 meses

Perguntas Frequentes (FAQ)

A ruptura do tendão de Aquiles precisa de cirurgia?

Depende. Para pacientes jovens, atletas ou pessoas com alta demanda física, a cirurgia é a melhor opção pois restaura a força original do tendão. Para pacientes idosos ou com baixa demanda, o tratamento não cirúrgico pode ser suficiente.

Quanto tempo leva para voltar a andar normalmente?

Com o tratamento cirúrgico, o paciente já caminha com imobilização desde o primeiro dia. O retorno à marcha sem proteção ocorre entre 4 a 6 semanas, e a caminhada sem limitações por volta de 3 meses.

É possível romper o tendão de Aquiles dos dois lados?

Sim, embora seja raro. A ruptura bilateral pode ocorrer em pacientes que fazem uso prolongado de corticoides ou têm doenças sistêmicas que fragilizam os tendões.

O que acontece se não tratar a ruptura?

Sem tratamento, o tendão pode cicatrizar de forma inadequada e alongada, resultando em perda permanente de força, dificuldade para caminhar e incapacidade para correr ou praticar esportes.

Fisioterapia é obrigatória após a cirurgia?

Sim. A reabilitação fisioterápica é parte fundamental do tratamento. Ela recupera a força muscular, o equilíbrio, a propriocepção e a resistência do membro operado, além de prevenir novas lesões.

Qual a diferença entre tendinite e ruptura do tendão de Aquiles?

A tendinite é uma inflamação do tendão, que causa dor mas mantém a estrutura íntegra. A ruptura é o rompimento completo ou parcial das fibras do tendão, com perda de função. Saiba mais sobre tendinopatias do Aquiles em nossos artigos.

Quando procurar um especialista?

Se você ouviu um estalo na panturrilha durante atividade física, sentiu dor intensa na parte de trás do tornozelo e não consegue ficar na ponta do pé, procure imediatamente um ortopedista especialista em cirurgia do pé e tornozelo.

O diagnóstico precoce e o tratamento adequado fazem toda a diferença no resultado final.

Dr. André Donato Baptista — Ortopedista Especialista em Cirurgia do Pé e Tornozelo
Formado pela USP, com atuação nos hospitais Albert Einstein, Sírio-Libanês e Oswaldo Cruz. Foi médico da Seleção Brasileira Feminina de Voleibol (2005-2010).

Agende sua consulta: (11) 2165-2384 | 96307-5857
E-mail: dr.andredonato@gmail.com

Consultório: Rua Joaquim Floriano, 466, cj. 1014 — Itaim Bibi, São Paulo

Tratamento de Joanete

Cirurgia de Joanete

O joanete — nome popular do hálux valgo — é uma das deformidades mais comuns que afetam os pés. Estima-se que cerca de 35% das pessoas acima dos 65 anos apresentem joanetes em algum grau. A condição vai além da estética: dor, dificuldade para calçar sapatos fechados e limitação nas atividades do dia a dia são queixas frequentes.

Neste artigo, você vai entender o que causa o joanete, como evoluem os sintomas, quais as opções de tratamento e quando a cirurgia é realmente indicada.

O que é o Hálux Valgo (Joanete)?

O hálux valgo é uma deformidade progressiva que acomete a articulação do dedão do pé (hálux) com o primeiro osso metatarsiano. Com o tempo, o dedão desvia-se lateralmente em direção aos outros dedos, formando uma saliência óssea na parte interna do pé.

Essa saliência — o “joanete” — é uma calosidade dolorosa que se forma pelo atrito contra o calçado, especialmente sapatos de bico fino. Com a evolução da deformidade, é comum que o paciente sinta dor em toda a parte da frente dos pés (antepé) e desenvolva deformidades associadas nos dedos menores, como os dedos em garra.

Principais causas

O joanete tem origem multifatorial. As principais causas incluem:

  • Fatores genéticos — histórico familiar é o fator mais comum
  • Uso de calçados inadequados — sapatos de bico estreito e salto alto favorecem o desalinhamento
  • Alterações biomecânicas — pé plano, hipermobilidade articular, pisada pronada
  • Doenças inflamatórias — como a artrite reumatoide

Sintomas: quando procurar um médico?

Os sintomas tendem a piorar com o tempo. Os mais comuns são:

  • Dor na parte interna do pé, ao caminhar ou usar sapatos fechados
  • Vermelhidão e inchaço sobre a articulação do dedão
  • Calosidades dolorosas na região
  • Dificuldade progressiva para usar calçados
  • Deformidades associadas nos dedos menores
  • Dor em toda a planta do pé (metatarsalgia)

Se você apresenta dor persistente ou dificuldade para calçar sapatos, o ideal é buscar avaliação de um ortopedista especialista em pé e tornozelo.

Tratamento sem cirurgia

O tratamento inicial do joanete é sempre conservador, ou seja, sem cirurgia. As medidas incluem:

Adaptação dos calçados: a primeira e mais importante medida. Prefira sapatos com bico largo, que se encaixem melhor ao formato dos seus pés.

Palmilhas ortopédicas: podem ajudar a distribuir melhor a pressão sob os pés e aliviar os sintomas.

Órteses e afastadores: próteses de silicone entre os dedos podem trazer alívio temporário, mas não corrigem a deformidade nem impedem sua progressão.

Fisioterapia: exercícios de fortalecimento da musculatura intrínseca do pé podem ajudar a retardar a evolução.

Atenção: ao contrário do que muitos pensam, órteses e afastadores não endireitam o joanete. Uma vez instalada a deformidade, a tendência natural é de piora progressiva.

Cirurgia de Joanete: quando é necessária?

O tratamento cirúrgico está indicado quando:

  • A dor é intensa e limita as atividades do dia a dia
  • O paciente não consegue usar calçados fechados
  • As medidas conservadoras não trouxeram alívio suficiente
  • Há deformidades associadas que comprometem a função do pé

NUNCA se deve operar um joanete apenas por razões estéticas! A cirurgia tem como objetivo principal aliviar a dor e recuperar a função do pé. A melhora estética é uma consequência, não o objetivo primário.

Tipos de cirurgia de joanete

Cirurgia convencional

A técnica tradicional, ainda utilizada em casos complexos, envolve incisões maiores e uso de placas e parafusos para a correção e fixação óssea.

Cirurgia percutânea (minimamente invasiva)

Também chamada de cirurgia minimamente invasiva do joanete, essa técnica vem ganhando cada vez mais espaço.

As principais vantagens são:

  • Mini-incisões de aproximadamente 0,5 cm
  • Menos dor no pós-operatório
  • Caminhar já no dia seguinte com sandálias ortopédicas especiais
  • Menor risco de complicações
  • Sem imobilizações gessadas prolongadas
  • Retorno mais rápido às atividades

O paciente recebe alta no mesmo dia da cirurgia e, nos casos mais simples, volta a caminhar livre de proteção especial em aproximadamente 4 semanas. Nos casos mais complexos, esse período pode chegar a 6 semanas.

Vale lembrar que nem todos os casos podem ser corrigidos pela técnica percutânea. A escolha da melhor técnica depende de uma avaliação criteriosa feita pelo ortopedista.

Recuperação pós-cirúrgica

O pós-operatório da cirurgia de joanete mudou muito nos últimos anos. Hoje, o paciente:

  • Caminha com sandálias ortopédicas já no 1º dia de pós-operatório
  • Retira o enfaixamento em 2 a 3 semanas
  • Retorna ao uso de sapatos normais entre 4 a 6 semanas
  • Volta a dirigir e trabalhar (atividades sedentárias) em 3 a 4 semanas
  • Pratica atividades físicas leves a partir de 8 semanas

A reabilitação fisioterápica é parte fundamental do processo e ajuda a recuperar a força, o equilíbrio e a mobilidade do pé operado.

Perguntas Frequentes (FAQ)

Joanete tem cura sem cirurgia?

Não há cura definitiva sem cirurgia, pois a deformidade óssea já está instalada. Mas o tratamento conservador pode aliviar os sintomas e retardar a progressão.

A cirurgia de joanete dói muito?

Não. Com as técnicas modernas — especialmente a cirurgia percutânea — o pós-operatório é muito mais tranquilo. A dor é controlada com medicação oral e, na maioria dos casos, o paciente já caminha no dia seguinte.

Quanto tempo dura a cirurgia de joanete?

Em média, de 40 minutos a 1 hora, dependendo da complexidade do caso e da técnica utilizada.

Plano de saúde cobre a cirurgia de joanete?

Sim, a cirurgia de correção do hálux valgo é coberta pelos planos de saúde quando há indicação médica baseada em dor e limitação funcional — jamais por estética.

Qual a diferença entre joanete e dedo em garra?

São deformidades diferentes, embora possam ocorrer juntas. O joanete é o desvio do dedão para fora; o dedo em garra é a contratura dos dedos menores, que ficam curvados.

Quando procurar um especialista?

Se você sente dor no pé ao caminhar, tem dificuldade para usar calçados ou percebe que o joanete está aumentando, não espere o quadro se agravar. Quanto antes a avaliação for feita, maiores as chances de sucesso com o tratamento, seja conservador ou cirúrgico.

Dr. André Donato Baptista — Ortopedista Especialista em Cirurgia do Pé e Tornozelo
Formado pela USP, com atuação nos hospitais Albert Einstein, Sírio-Libanês e Oswaldo Cruz. Foi médico da Seleção Brasileira Feminina de Voleibol (2005-2010).

Agende sua consulta: (11) 2165-2384 | 96307-5857
E-mail: dr.andredonato@gmail.com

Consultório: Rua Joaquim Floriano, 466, cj. 1014 — Itaim Bibi, São Paulo

Obs: Não respondemos a pedidos de orçamentos de cirurgia por e-mail.